Juliana viajava sozinha em uma aventura quando caiu de uma ribanceira no dia 20 de junho. Ela foi localizada por drones algumas horas depois da queda, ainda com sinais de vida, a cerca de 300 metros abaixo da trilha. No entanto, o resgate enfrentou dificuldades devido ao mau tempo e às condições perigosas da montanha, o que atrasou as operações por quatro dias. Seu corpo foi encontrado apenas no dia 24, a cerca de 600 metros do ponto da queda, deixando familiares e amigos devastados.
Desde o desaparecimento da jovem, Pato acompanhava o caso com atenção. Ao tomar conhecimento da morte de Juliana, ele entrou em contato com a família, oferecendo ajuda financeira para o traslado do corpo. A Prefeitura de Niterói acabou arcando com essa despesa, repassando R$ 55 mil para a repatriação. Ainda assim, o ex-atleta não se afastou e decidiu ajudar de outra forma: financiou as passagens aéreas do pai e da prima da vítima, que estavam no exterior acompanhando a situação.
A atitude de Pato tocou profundamente a família e sensibilizou os internautas. Nas redes sociais, milhares de pessoas prestaram homenagens à jovem, lembrada por sua alegria, coragem e espírito livre.
No domingo (29), o pai de Juliana, Manoel Marins, publicou uma foto da família em Lisboa, com uma mensagem emocionante:
“É assim que nos lembraremos de você, Ju. Viajando e sorrindo conosco.”
Na legenda, ele também citou a famosa frase de Belchior:
“Viver é melhor que sonhar. E viver intensamente é melhor ainda.”
Juliana foi homenageada por amigos, familiares e por desconhecidos que se solidarizaram com sua história. Sua trajetória inspiradora, marcada pelo amor à vida e pelas aventuras ao redor do mundo, deixou uma marca profunda em todos que acompanharam o caso.




