Polilaminina, descoberta brasileira, está prestes a ser distribuída pelo SUS e promete devolver movimentos a pacientes com lesão medular

Redação Notícia Boa Bahia
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reprodução/TV Cultura

Uma grande notícia para a ciência e para o Brasil: a polilaminina, proteína criada pela Dra. Tatiana Sampaio, está prestes a ser distribuída pelo SUS após aprovação da Anvisa. A substância tem mostrado resultados promissores em pacientes paraplégicos e tetraplégicos, devolvendo movimentos e sensibilidade ao corpo.

A produção ficará a cargo do Laboratório Cristália, com a garantia de que o tratamento será gratuito para todos os brasileiros, reforçando o compromisso social do projeto. Segundo a cientista, a polilaminina é relativamente acessível de produzir, custando cerca de 100 dólares por dose.

A Dra. Tatiana destacou que, embora ainda em fase de testes, os resultados iniciais são inéditos e revolucionários, com mais de 75% dos pacientes apresentando ganho motor, superando as expectativas da literatura científica. O primeiro caso conhecido, do paciente Bruno Drummond de Freitas, já conseguiu voltar a andar após a aplicação da proteína.

O Brasil acompanha com entusiasmo a evolução da pesquisa, que promete transformar vidas e colocar o país na vanguarda da ciência no tratamento de lesões medulares. A expectativa é que, em breve, a polilaminina esteja disponível de forma segura e gratuita nos hospitais públicos.

Um brinde à ciência brasileira e à dedicação da Dra. Tatiana Sampaio e do laboratório Cristália por tornar este sonho uma possibilidade concreta para milhares de pessoas. A notícia boa foi dada pela dra. Tatiana Sampaio durante o programa Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo, na noite desta segunda, 23.

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